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Resenha: Pegando Fogo!

 Resenha:

 Meu verão sem ler qualquer um dos livros da Meg simplesmente e não é verão, nenhum de vocês devem saber, mas eu sou fã de carteirinha da Meg, eu já li praticamente todos os livros dela (tirando a duologia Garota Americana e do segundo até o ultimo livro da série O Diário da Princesa, não sou muito fã do primeiro livro, por isso resolvi parar de ler a série) pois a biblioteca da minha escola dispõem de todos e eu devorava cada um em a penas uma tarde, é claro que como todos que adoram um determinado autor  tenho os meu queridinhos dentre todos os que ele já escreveu e Pegando Fogo! é o meu único livro queridinho da Meg que tenho na minha estante, infelizmente os outros dois (que seria Ela foi até o fim - meu quero e eterno Jack! -  e Todo garoto tem - Roma! ♥ - simplesmente adoro!) por serem meio caros ainda não tiveram a honra de entrar para a minha coleção, mas toda vez que estou de ressaca literária vou na biblioteca, loco algum deles, leio e pronto, já estou curada, os diálogos engraçados, as mocinhas divertidas, o romance que te faz suspirar e soltar risinhos igual a uma garota afetada durante a leitura que só a Meg consegue escrever sem se tornar maçante (minha opinião), fazem  minha vontade de ler voltar ao normal.

 Hoje eu resolvi fazer uma resenha um pouco diferente, por se tratar de um livro especial para mim, já reli ele cinco vezes, isso mesmo CINCO VEZES e minha reação em quanto estou lendo é a mesma toda santa vez: surto sempre que o Tommy aparece! E isso é uma coisa bem difícil de acontecer comigo, pois costumo perder o interesse de reler o livro, porque como já sei a história e como ela termina não consigo achar tão legal quanto achei pela primeira vez, além do mais, há tantas histórias esperando para serem lidas no mundo, para que perder tempo lendo um livro que você já leu?, geralmente penso assim, mas tenho minha exceções e Pegando Fogo! é uma delas.


 Katie Ellison é o estereotipo da garota perfeita, melhor amiga da garota mais popular do colégio, namora um membro do time de futebol americano, os Quahogs (o que na pequena cidade de Eastport é um grande feito, levando em conta que a relação dos moradores com o time é parecido com a relação dos brasileiros com o futebol, todos fanáticos, bem quase todos) e que de quebra é um dos meninos mais bonitos do colégio, resumindo ela é o tipo de garota que seus pais usam de exemplo, "Está vendo filha, por que você não pode ser estudiosa e simpática igual a Katie?".

 Bem, mas como diz o famoso ditado, nem tudo é o que parece ser, logo nos dois primeiros capítulos descobrimos que Katie Ellison é uma mentirosa de mão-cheia, mesmo namorando Seth, um dos astros do time de futebol, fica se agarrando com Eric, o principal ator do grupo de teatro e isso acaba tornando ela um pouco paranóica.


Ela fica tipo assim: OMG, OMG, OMG, será que ele descobriu? Se sim, eu estou ferrada!

 Katie Ellison é tão mentirosa que até está participando do concurso Princesa Quahog, sendo que a mesma odeia esses mariscos, porém toda a sua vida perfeita está prestes a se auto-destruir quando Tommy Sullivan, seu antigo melhor amigo, está de volta a cidade.


O ruivo mais gato e sexy do mundo literário (finge que esse é, porque achar gif de gente ruiva é difícil pra burro)

 Agora que Tommy está de volta a Eastport, Katie vai ser obrigada a decidir se vai continuar  com a vida de mentirosa para manter as aparências, ou se finalmente vai abrir a boca e aceitar que as coisas nunca mais serão como antes.

 Pegando Fogo! é o livro perfeito para se ler num dia na praia, digo isso por experiência própria, fui à praia hoje com meus tios e meu pai, como não sou fã de mar resolvi levar algum livro para me distrair e essa foi a escolha perfeita, por ser um livro leve ele te permite parar para conversar com as pessoas mesmo você não querendo, tem que socializar, além de ser engraçado e de te arrancar alguns suspiros.




Eu ficava tipo assim lendo, igual a uma total retardada e as pessoas da praia só me encarando 

 E toda vez que o Tom (Tommy só para os íntimos) entrava em cena eu ficava igual a uma  das Tiffanys e Brittanys (nada contra quem tem um desses nomes, mas quem leu Pegando Fogo! vai entender minha piadinha tosca), ou seja em quase todo o livro.


 Pegando Fogo! não é um livro profundo, os personagens secundários, são apenas isso, personagens secundários (e acho isso ótimo, porque o que realmente interessa é a Katie e o Tommy sim, sou intima dele) e a história é um bom drama adolescente, porém, quem não gosta de um clichê bem escrito? 

 Eu SUPER recomendo para quem quer uma leitura leve, engraçada e sem compromisso, afinal as pessoas leem para se divertirem e é exatamente isso que Pegando Fogo! é, pura diversão!

5/5  

 Fica mais algumas imagens para vocês imaginarem como é o Tom Sullivan (digo e repito, Tommy só para os íntimos):





Misturem essas imagem e você vai obter: UM PEDAÇO DE MAL CAMINHO TOTALMENTE GATO! 

P.S: Espero que tenham gostado dessa minha resenha em gifs, por favor digam nos comentários se gostaram ou se foi totalmente Fail!

Em Outra Língua: The Moon and More

{Quinta Em Outra Língua é um meme criado pelo blog Amount of Words para fazer resenhas ou comentar sobre lançamentos de livros estrangeiros a apenas às quintas-feiras.}

*


 É o verão antes da faculdade, Emaline está trabalhando no negócio da família, uma empresa de aluguel de casas de praia em Colby e é quando ela começa a se questionar sobre seu relacionamento aparentemente "perfeito" com Luke, assim como seu complicado relacionamento com seu pai biológico, que abandonou sua mãe assim que soube que estava grávida e também há Theo, um ambicioso estudante Nova-iorquino, que, assim como seu pai acha que ela deve expandir seus horizontes, sair de Colby e cursar Columbia, uma das universidades da Ivy League, em meio ao sol e encontros, sua vida começa a mudar e Emaline finalmente passa a pensar no tipo de vida que ela realmente quer para si no futuro.

 Eu adoro os livros a Sarah Dessen e esse foi o primeiro livro que leio dela em que a personagem principal vive em Colby, diferente dos outros em que a protagonista está lá apenas para passar o verão, e posso garantir que conhecer a cidade pelo ponto de vista de alguém que viveu lá durante sua vida inteira é incrível, ver as tradições, as peculiaridades e o significado de cada coisa em Colby de acordo com a Emaline é maravilhoso, o que achei mais legal entre todas as coisas foi a pulseira que todos usam, saber a historia por trás dela é interessante e ao mesmo tempo triste.

 Os personagens sempre foram um ponto forte nos livros da Sarah, e é claro que em The Moon and More não ia ser diferente, durante a leitura vemos os personagens crescendo, principalmente o Morris, no inicio do livro julgamos ele apenas como o melhor amigo tardo de Emaline, porém, no decorrer das páginas descobrimos um pouco sobre seu passado e aprendemos que há muito mais nele do que a fachada de preguiçoso, ao final do livro, todos os personagens tomam as decisões certas para cada um e eu respeito muito eles por isso.

 Apesar de eu ter demorado um pouquinho para engatar na leitura pelo fato das sessentas primeiras páginas serem um tanto quanto monótonas posso afirmar que depois que você ficar submerso na vida de Emaline vai ser difícil voltar a realidade.

 4/5

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Nível de inglês: fácil/médio

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Resenha: A Aprendiz - Trilogia do Mago Negro #2

* Esta resenha contem Spoilers de "O Clã dos Magos" por ser o segundo livro da Triologia * 

Resenha:

 Sozinha entre todos os aprendizes do Clã dos Magos, somente Sonea vem de uma classe mens privilegiada. No entanto, ela ganhou aliados poderosos, como Lorde Dannyl, recentemente promovido a Embaixador. Ele terá, agora, de partir para a corte de Elyne, deixando Sonea á mercê dos boatos maliciosos e mentirosos que seus inimigos continuam espalhando... até o Lorde Supremo entrar em cena. Entretanto, o preço do apoio de Akkarin é alto porque, em troca Sonea deve proteger seus mistérios mais sombrios.   

 Enquanto isso, a ordem que Dannyl está obedecendo, de buscar fatos sobre a longa pesquisaabandonada de Akkarin sobre o conhecimento mágico antigo, o estaá levando a uma extraordinária jornada, chegando cada vez mais perto de um futuro surpreendente e perigoso.

 Assim que terminei de ler o primeiro livro da Trilogia do Mago Negro fiquei super animada com o final e logo em seguida li A Aprendiz, matei os dois em quatro dias, minhas expectativas do segundo livro estavam lá em cima, esperava que a continuação fosse tão boa quanto o O Clã dos Magos, mas infelizmente me deparei com uma coisa totalmente diferente do que encontrei no primeiro livro e dessa vez não foi em um bom sentido.

 A Sonea ou Soneca como costumo chamar conseguiu me irritar de uma forma profunda nesse livro, ela parecia um rato se escondendo do gato, em todos os capítulos torcia para ela deformar a cara do Gavin, sei que é contra o juramento que fizeram, mas ele a perseguia, a encurrala com um grupo de vinte aprendizes desprovidos de um gota de bom senso, exaurindo seus poderes apenas para a importuna-la sem ela poder reagir e assim se foi metade do livro, apesar de ter odiado a atitude da Sonea entendo porque se portou dessa forma, ela é a garota das favelas, a selvagem entre os civilizados e qualquer passo fora da linha poderá leva-la a um problema maior do que aturar o energúmeno do Gavin.

 O que a autora faz com alguns personagens desse livro me deixa com vontade de pegar e taca-lo na parede, o Cery simplesmente some, acho que ele só apareceu duas vezes em 534 páginas, foi simplesmente esquecido! Isso pode ser considerado um insulto, pois tudo o que ele fez pela Sonea no primeiro livro é incrível, arrisca tudo apenas para protege-la (inclusive sua vida) e a suspeita de um romance entre os dois que é deixada no ar no final de O Clã dos Magos, é simplesmente a dose certa, pensei que fosse ver a evolução desse sentimento em A Aprendiz, mas devo confessar que me enganei, sim, há um pouco de romance, porem achei extremamente forçado, quando lia esses páginas tudo que pensava era, eles não combinam, cade o Cery nesse livro?!

 O foco que a autora deu na parte do Dannyl é excessivo, queria que a narrativa gira-se entorno da Sonea começando a aprender magia, mas a quantidade de páginas que descrevem a viagem de Dannyl é grande e infelizmente são cansativas, ter uma narrativa paralela a outra não funcionou em A Aprendiz porque muitas vezes tirou o foco da Sonea e o colocou sobre Dannyl e eu achava a parte dele chata e pulava muitos trechos, sei que é vergonhoso mas era isso ou deixar o livro de lado.

 Se estiver pensando que A Aprendiz foi totalmente um desastre está enganado, acontece uma reviravolta no meio do livro que torna TUDO mais interessante, mas mesmo assim alguns pontos do livro continuaram a me incomodar.

 A Aprendiz não chega perto de ser tão bom quanto O Clã dos Magos,  eu esperava MUITO mais da continuação, queria uma trama repleta de magia, ação, conflitos políticos, com uma leve pitada de romance, você encontra esses requisitos no segundo livro da trilogia, mas em dimensões bem menores do que esperava, mais uma vez o monstrinho da expectativa me pegou.

2/5

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Resenha: O Clã dos Magos - Trilogia do Mago Negro #1



Resenha:

 Todos os anos, os magos de Imardin reúnem-se para purificar as ruas da cidade dos pedintes, criminosos e vagabundos. Mestres das disciplinas de magia, sabem que ninguém pode opor-se a eles. No entanto, seu escudo protetor não é tão impenetrável quanto acreditam. Enquanto a multidão é expurgada da cidade, uma jovem garota de rua, furiosa com o tratamento dispensado pelas autoridades a sua família e amigos, atira uma pedra ao escudo protetor, colocando nisso toda a raiva que sente. Para o espanto de todos que testemunham a ação, a pedra atravessa sem dificuldades a barreira e deixa um dos mágicos inconsciente. Trata-se de um ato inconcebível, e o maior medo da Clã de repente se concretiza: uma maga não treinada está à solta pelas ruas. Ela deve ser encontrada, e rápido, antes que seus poderes fiquem fora de controle e destruam a todos.
  No Primeiro livro da Trilogia do Mago Negro acompanhamos Sonea, uma menina criada nas favelas de Irmandin, capital do reino de Kyralia, depois do evento que mudou sua vida, no meio da purificação, ela joga uma pedra contra os Magos num gesto de oposição, mesmo sabendo que é impossivel, ela deseja com todas as suas forças que a pedra atravesse a barreira criada pelos Magos e acerte um deles e assim aconteceu, preocupados com uma maga sem o controle de seus poderes solta pela cidade, os magos decidem a capturar para leva-la ao clã na intenção de ensinar-lhe como dominar seus poderes e torná-la um membro, quando Sonea descobre que o clã está a sua procura pensa que é para mata-la pelo fato de ter deixado um dos magos inconsciente e com ajuda de seus amigos, principalmente de Cery, foge do clã mudando de esconderijo com a mesma freqüência com que alguém troca de roupa.
 Fazia muito tempo que estava atrás de um livro que envolvesse magia, quando li a sinopse e vi o preço que estava na Black Friday pensei que seria uma boa compra e uma boa leitura, dessa vez acertei em cheio na escolha, como disse, estava procurando fazia um bom tempo algum livro em que a magia está constantemente presente e pode se dizer que que O Clã dos Magos se encaixa perfeitamente na descrição.

 É interessante ver como a Sonea, que muitas vezes chamei Soneca, não me perguntem por que, mas eu troquei o nome dela várias vezes durante o livro, lida com o fato de em um dia era uma menina comum das favelas e no outro ser a prioridade do clã, a aparência da Sonea me lembrou muito a Mulan, uma das princesas a Disney, não sei se foi pelo fato de sempre tentar se passar por um menino ou por eu amar a Mulan (sempre foi a minha princesa da Disney preferida) e simplesmente achar que elas se parecem, fica um mistério para vocês desvendarem.

 Os personagem do livro são muito envolventes, em vários momentos me peguei pensando que se estivesse no lugar da Sonea também faria o que fez, levando em conta que durante toda a sua vida foi lhe dito que todos os Magos eram "do mal", mostra que as escolhas feitas por ela durante a historia não se difeririam em nada do que faria se tivesse em seu lugar, a amizade entre ela e o Cery é linda, o modo como os dois se preocupam um com o outro é incrível, eles se sacrificam durante o livro para manter um ao outro em segurança e isso é apaixonante.

 Eu me encantei pelo mundo apresentado pela Trudi Canavan, a forma com que ela conduz os acontecimentos, a riqueza de detalhes em sua narrativa me faz adentrar no universo em que a história se passa, permitindo-me imaginar como era o clã dos magos, as passagens por de baixo da favela e até mesmo a própria favela.

 A narrativa é divida em vários pontos de vista diferentes, mas a maioria da historia é narrada pela Sonea e pelo mago Rothen, o que fez uma diferença muito grande em como eu via os acontecimentos, pois com essa mistura de narradores podemos ver o ponto de vista dos magos também, nos fazendo perceber que nem todos são do jeito que a Sonea acredita que sejam, apesar de alguns serem exatamente como os moradores da favela dizem que são.

 Eu recomendo O Clã dos Magos para todos os que gostam de uma boa trama envolvendo fantasia, magia, conflitos políticos e também para aqueles que estão a procura de uma leitura suave, fluída que ao mesmo tempo tenha uma boa dose de ação, aventura e mistério.

 5/5

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Resenha: Crepúsculo


Resenha:

 De três coisas eu estava convicta. Primeira, Edward era um vampiro. Segunda, havia uma parte dele - que eu não sabia que poder essa parte teria - que tinha sede do meu sangue. E terceira, um estava incondicionalmente e irrevogavelmente apaixonada por ele.

 Bem, acho que todos já conhecem a história de crepúsculo, mas para quem não sabe sobre o que se trata, vai um rápido resumo, o livro narra as barreiras enfrentadas por Bella Swan e Edward Cullen para finalmente poderem ficar juntos e desfrutarem de seu amor, com esse sendo o primeiro de uma saga posso afirmar que muita água vai rolar ainda.

 Bem, devo confessar que não tinha interesse nenhum em ler crepúsculo, apenas o fiz para ter uma opinião formada pelo livro e não ser igual as pessoas que falam mal sem ao menos ter lido.

 A história não é ruim, o que estraga é a personagem principal, ou seja a Bella, ela me irritou em vários momentos do livro, principalmente em como tratava seus amigos, o Edward as vezes é muito grosso com ela e o Jacob, eu pensei que ele ia ter uma participação maior na trama, muitos dizem que há um triângulo amoroso entre eles, mas na minha concepção a Bella ama o Edward, o Edward ama a Bella e o Jacob é o intruso.

 A Bella no filme é bem mais legal que no livro, mas em contra partida o Edward no filme é um completo idiota, no livro a descrição que a Stephenie Meyer faz dele é muito atrativa, cabelos ruivos, olhos escuros e pele clara, mas no filme, sério, o filme acabou com a imagem que eu tinha dele na minha cabeça, brincadeira, mas porque não escolheram um ator mais bonito? Sim eu não acho o Robert Pattinson bonito.

 Bem gente, o livro não é o horror que todos dizem que é, mas se tiverem o interesse de ler, por favor entendam que é entretenimento, não pensem que ler crepúsculo vai te fazer uma pessoa culta, porque não vai, até mesmo os vampiros da Meyer não são iguais a lenda original.

 O ritmo de leitura é bem rápido, é um ótimo livro para se ler quando não tem nada para fazer e deseja sair do tédio.

 3/5

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Resenha: As Brumas de Avalon - A Senhora da Magia - Livro 1

 

Resenha:

Eu estava aqui pensando, como que em 1979 uma autora conseguiu criar um personagem masculino que nada se difere dos homens de hoje em dia? Bem, esse é uma pergunta que até mesmo eu não consigo responder.

 As Brumas de Avalon conta os esforços do Rei Artur para unificar a Bretanha contra a invasão dos Saxões apartir do ponto de vista das mulheres do reino de Camelot.

 A Senhora da Magia é o primeiro de uma série que contem quatro volumes, lá fora é mas comum encontrar os livros em um volume único porem aqui no Brasil os encontramos vendidos separadamente ou em boxes.

 O livro foca primeiramente na história de Igraine, uma menina de 18 anos, casada com o duque Gorlois do qual já tem uma filha chamada Morgana, que mais tarde irá dar a luz ao futuro grande rei da Bretanha, que não será filho do seu esposo mas sim do seu "amigo" Uther Pendragon, depois a história foca na jornada de Morgana para se tornar uma Sacerdotisa da Deusa na ilha de Avalon.

 Um ponto bem marcante do livro é o conflito existente entre o cristianismo e a antiga religião de Avalon, no decorrer do enredo nos deparamos com varias discussões entre pessoas que apoiam diferentes religiões, podendo até satirizar a igreja católica, o que na minha opinião foi um dos toques que deixaram a história divertida.

 Outro fator que está bem claro no livro é a influencia que as mulheres tem tanto no mundo político quanto no religioso, nos levando a perceber que sem elas a história do Rei Artur não teria existido, pois de um jeito ou de outro elas manipulam as pessoas para atingirem os seus objetivos em nome do bem de Avalon e da Bretanha.

 Explicando o primeiro parágrafo da resenha, o Lancelote se encaixa perfeitamente nessa descrição, quem leu o livro deve saber do que estou falando.

 Uma coisa que me irritou um pouco foi que a Igraine amava a filha e logo depois que se casou com Uther passou a negligencia-la, alem do fato do início do livro ter sido um pouco maçante para mim, porque eu não gostei muito da parte da Igraine, achei ela indecisa e chata, tirando as poucas cenas em que ela discute com o padre que são divertídissimas.

 Em geral eu gostei do livro, apesar no inicio ter sido cansativo pode apostar que do meio para o final melhora muito, sendo que o ultimo capitulo é de tirar o fôlego de qualquer um.

 4/5

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Resenha: Bela Maldade


Resenha:

 Após uma horrível tragédia que deixou sua família, antes perfeita, devastada, Katherine Patterson se muda para uma nova cidade e inicia uma nova vida em um tranquilo anonimato. 

Mas seu plano de viver solitária e discretamente se torna difícil quando ela conhece a linda e sociável Alice Parrie. Incapaz de resistir à atenção que Alice lhe dedica, Katherine fica encantada com aquele entusiasmo contagiante, e logo as duas começam uma intensa amizade. 

No entanto, conviver com Alice é complicado. Quando Katherine passa a conhecê-la melhor, percebe que, embora possa ser encantadora, a amiga também tem um lado sombrio. 

E, por vezes, cruel. Ao se perguntar se Alice é realmente o tipo de pessoa que deseja ter por perto, Katherine descobre mais uma coisa sobre a amiga: Alice não gosta de ser rejeitada...


 Antes de tudo, esse livro estava apenas por 5 reais na Saraiva (com uma capa super linda), tinha uma nota boa no Skoob e no Goodreads, olhei para a oferta e pensei " boa cotação nas redes sociais de leitores brasileiros e americanos, custando menos do que um sanduíche do McDonald's... é claro que eu vou levar e adicionei ele ao meu carrinho de compras.

 Peguei ele para ler esse sábado, fui para casa da minha avó de noite com os meus pais e por que não levar um livro para passar o tempo? 

 A narrativa é dividida em duas partes e em três períodos de tempo diferentes: o passado, quando a história é narrada e o futuro, dá para saber nitidamente quando é cada um, então isso não se tornou um empecilho durante a leitura, em geral a forma de escrita da Rebecca James se compara ao nível do livro, o ritmo de leitura é bem rápido, acabei ele em dois dias.

 Uma coisa que deixou irritada nesse livro é que tudo é instantâneo, o amor que surge entre o Mitch e a Katherine é instantâneo, senti que a amizade entre a Katherine e a Alice surgiu do dia para a noite é forçada, sendo que a Katherine não queria manter relações saudáveis com ninguém, ai está outra coisa que me irritou, a Katherine passa metade se não mais do livro tendo pena de si mesma, ela se priva de tudo porque a irmã dela morreu ao invés dela, a Alice é uma...grr, toda vez que ela aparece no livro a autora devia ter colocado um alerta dizendo: Bitch a caminho, porque essa menina só faz merda, logo nos primeiros capítulos dá para perceber que ela sofre de sérios problemas mentais, pois que menina bipolar! E mesmo ela fazendo suas burradas a Katherine perdoa ela, como assim?! 

 Alguns personagens não me agradaram nem um pouco, mas tem alguns que se salvam, a Alice é um ser que merece ser estrangulado, a Katherine vive tendo dó dela mesma, o Robbie não passa de um cachorrinho da Alice que ela pode descartar e é só mostrar um pouquinho de bondade para ele que volta correndo para ela, o Mitch é um fofo e a irmã dele a Phillipa foi a minha personagem favorita no livro todo o que não é muita coisa, principalmente em uma cena quando ela defende a Katherine da Alice e meu pensamento lendo essa parte foi bem assim: isso, coloca ela no seu devido lugar.

 Tem um acontecimento no livro que é meio que anormal, acontece uma coisa com a Katherine e a mãe dela reage como se fosse um presente não deixa de ser, que mãe reage  assim com uma noticia daquelas? Nenhuma consciente do mundo ao seu redor, esse assunto tinha tudo para ser melhor desenvolvido e não tratado como uma coisa do cotidiano.

 Desde o inicio sabemos que a Alice morre, mas como ela morre é tão sem sal, sem emoção a autora poderia ter colocado um pouquinho mais de ação, ter elaborado mais esse ponto do livro, a parte que eu mais gostei da historia é como a Rachel (irmã da Katherine) morre, o final ficou muito em aberto, deixando assuntos inacabados, dando assunto para uma continuação que não virá.

 Resumindo é um livro de 302 páginas que poderia ter 402 fácil, com vários acontecimentos, vários temas que poderiam ser mais explorados mas não foram, Bela Maldade realmente me decepcionou.

 Uma importante lição que aprendi com esse livro: não julgue um livro pela capa... nem pela sinopse... nem por quanto custa.

 A Rebecca James foi taxada pelo The Wall Street Journal como se pudesse ser a próxima J. K. Rowling, não sei se é pra rir ou pra chorar, apesar de ser uma fã recente da J. K. posso afirmar que sem sombra de duvidas comprar a Rebecca James com a Rowling é uma ofensa e das grandes.

2/5

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Compre: {Submarino} {Saraiva}

Em Outra Língua: Eleanor & Park

{Quinta Em Outra Língua é um meme criado pelo blog Amount of Words para fazer resenhas ou comentar sobre lançamentos de livros estrangeiros a apenas às quintas-feiras.}

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Resenha:

Eleanor é a nova garota na cidade, e ela nunca se sentiu mais sozinha. Todas as roupas caóticas, cabelo ruivo caótico e uma vida familiar cheia de problemas, ele não poderia ficar mais de fora nem se tentasse. 

Então ela se senta no ônibus ao lado de Park. Calmo, cuidadoso e -aos olhos de Eleanor- impossivelmente legal, Park acredita que ficar fora do caminho é o melhor jeito para sobreviver ao colegial. Devagar e instantaneamente, através das conversas tarde da noite e uma grande pilha de fitas, Eleanor e Park se apaixonam. Eles se apaixonam do jeito que sempre é a primeira vez, quando se tem 16 anos, e não há nada e tudo a perder.

Ambientado no ano escolar de 1986, Eleanor & Park é engraçado, triste, chocante e verdadeiro, uma viagem nostálgica para quem nunca esqueceu seu primeiro amor.

 Eleanor & Park tinha tudo para me fazer morrer de amores pelo livro, o Jonh Green fez uma critica positiva sobre ele assim como a Stephanie Perkins, ele foi eleito o melhor livro YA (young adult) de 2013 pelo Goodreads e está entre os 10 mais vendidos pela Amazon, tinha expectativas muito altas para esse livro, vi vários canais literários internacionais falando super bem do livro e da escrita da Rainbow Rowell e quando finalmente o tirei da minha estante e comecei a leitura descobri que Eleanor & Park não iria me decepcionar.

 A forma que a Rainbow Rowell escreve é simplesmente mágica, consegue submergir o leitor na história a um certo ponto que você se sente dentro do livro e isso é completamente estupendo, a forma com que a autora narra os fatos é tão intensa que até os mais simples gestos se tornam capazes de tirar o fôlego do leitor.

 Outro ponto que me cativou no livro foi as inúmeras referências musicais que aparecem ao decorrer do enredo, podemos ver os Beatles, The smiths e até mesmo o U2, vários títulos de sucessos são citados, tais como Bad (U2), Summer of 69 (Bryan Adams), Forever Young (Alphaville) e Two of us (The Beatles), a Rowell insere essas referencias culturais de uma forma tão natural, que torna a leitura ainda mais gostosa de se fazer.

 A construção dos personagens é maravilhosa, a relação familiar conturbada que a Eleanor tem é muito bem retratada no livro, muitas vezes tinha vontade de sacudir a mãe da Eleanor para ver se ela acordava e se livrasse do Richie, o padastro alcoólatra, que sem sombra de duvidas é um dos personagens mais intragáveis que eu já vi na minha vida, se pudesse empurraria ele de um precipício e assistiria ele estatelado no chão agonizando de dor, até morrer, e eu com um sorriso estampado na cara dizendo: você mereceu.

 Ver a Eleanor e o Park se apaixonarem é lindo, a forma como cada um aceita o outro pelo o que ele é e não pela sua aparência, não pelo seu exterior, mas sim pelo seu interior, me faz parar para pensar que as vezes julgo as pessoa apenas por como se vestem e me esqueço que o realmente conta não é as roupas e sim os atos o caráter.

 Esse livro foi sem sombra de duvidas um dos meus favoritos de 2013, diferente de tudo o que já li Eleanor & Park comprova que nem sempre temos tudo o que queremos, que a vida não é como um conto de fadas, e que raramente temos o nosso final feliz. 

 Quem quiser ler a resenha que o Jonh Green fez sobre esse livro é só clicar aqui.

 O livro será lançado aqui no Brasil pelo editora Novo Século em Novembro de 2014.

 5/5 


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Nível de inglês:  fácil

Compre: {Bookdepository} {Saraiva}

resenha: feita de fumaça e osso

"Existe algum destino mais cruel do que conseguir o que mais deseja quando já é tarde demais?"

       

Resenha:

 Minha irmã comprou esse livro em uma promoção na saraiva, por incrível que pareça estava por seis reais, um livro que foi super bem cotado no goodreads e no skoob, que eu estava difinitivamente louca para ler, uma amiga minha vive falando super bem desse livro e mal podia esperar para chegar a vez dele na minha lista de leitura passou na frente de vários, e quando finalmente comecei a ler, não consegui parar mais, acabei o livro em uma madrugada (fiquei lendo até cinco horas da manhã, só não li mais porque meu pai acordou e me pegou lendo) e um dia, isso me rendeu um belo castigo, fiquei o final de semana todo sem internet me mandaram para a casa da minha avó por causa de ir dormir as cinco da manhã.

 Feita de fumaça e osso conta a história de Karou, uma menina taxada como comum por seus amigos humanos, tirando o fato de seus cabelos nascerem azuis, como todos, vai para a escola de artes em Praga o único diferencial é que realiza encomendas para Brimstone, um Quimera e sua única família.

 Criada no covil de um demônio, Karou realiza encomendas peculiares para Brimstone: sair pelo mundo caçando dentes, Paris, Roma, Amsterdam, Marrocos, ela pode visitar todos esses lugares em apenas um instante, tudo que precisa fazer é atravessar o portal que o mesmo o levará para o lugar que deseja.

 Mesmo realizando todos esses serviços para Brimstone, ela não sabe a importância que os dentes tem dentre os Quimeras e nem o que ele faz com todos aqueles que ela leva para sua loja. Em uma dessas encomendas ela tem um encontro com Akiva, um anjo, e isso vai mudar sua vida em todos os sentidos.


 "Isso não é paz. A paz é mais do que a ausência de guerra. Paz é concórdia. Harmonia"


 Apesar das várias recomendações que recebi sobre esse livro, de todas as resenhas que li sobre ele, dizendo como ele é p-e-r-f-e-i-t-o, não consegui adentrar no universo que ela criou, o que é realmente um pena, pois esse livro tinha tudo e mais um pouco para me fazer morrer de amores por ele, definitivamente a Laine Taylor escreve bem, tem uma escrita fluida e que prende a atenção do leitor, mas nas cem páginas que antecedem o final ele começou a ficar repetitivo, ela ficou explicando um mesmo assunto por cem páginas, o que sem sombra de duvidas daria para ser escrito em cinquenta ou talvez menos e ainda assim fechar o livro com maestria.

 Também não achei o final de tirar o fôlego, o ligamento dos fatos que a Karou fez nas ultimas páginas, dava para ser feito desde a metade do livro, era muito obvio; outra coisa que não me fez gostar tanto do livro tanto quanto eu achava que ia é que o "mocinho" da história não conseguiu me conquistar, não sei explicar bem o motivo, mas achei ele um pouco desinteressante e um tanto pouco frio sei que tem todo um passado que explica o porque disso, mas mesmo assim continuo com a mesma opinião sobre ele.

 De qualquer forma, o livro não atingiu minhas expectativas, que estavam super altas por ser muito bem elogiado,senti que na metade para o final a autora deixou a história escorregar um pouco pelas suas mãos, uma pena! Diferente de tudo que eu já li por ai, serio não é todo dia que se encontra um livro aonde o universo em que se passa uma moeda pode realizar desejos, mesmo eu ter dado três estrelas para o livro, leiam, o mundo que a autora cria é muito interessante, sem contar que a escrita dela é muito boa, apesar de não ter gostado tanto quanto esperava que gostaria, vale a pena lê-lo.


3/5


Skoob: adicione.

Compre: {saraiva} {submarino}






em outra língua: Prom and Prejudice



{Em Outra Língua é um meme criado pelo blog Amount of Words para fazer resenhas ou comentar sobre lançamentos de livros estrangeiros em qualquer dia da semana.}

 *


 Primeira resenha que faço aqui no blog! Eu já tinha lido esse livro desde quando meus pais voltaram de viajem, mas só pude fazer a resenha agora por causa da escola.

 Esse é o segundo livro que leio da Elizabeth Eulberg, o primeiro foi Lonely Hearts Club, lançado aqui no Brasil pela Intrínseca!


 Resenha:


 Apesar de nunca ter lido nenhum livro que a famosa Jane Austen tenha escrito sei que isso é um absurdo, tive a sorte de ler Prom and Prejudice, um retelling de Orgulho e Preconceito que se passa nos dias de hoje; Lizzie Bennet estuda na escola Longbourn, um colégio apenas para meninas da alta sociedade, mas ao contrário das outras garotas que lá estudam ela é bolsista (por causa do seu grande talento como pianista), o que gera um grande abismo social entre ela e as outras alunas, pois muitas a tratam mal por vir de uma família sem condições para pagar o colégio, suas únicas amigas são Jane, uma menina muito meiga que também é sua colega de quarto e Charlotte que assim como a Lizzie é bolsista.


 Lizzie nunca se interessou por vestidos ou por sapatos caros, mas sua melhor amiga Jane pode estar, principalmente agora que Charles Bingley e seu melhor amigo Will Darcy estão de volta a Pemberly - uma elitizada escola para garotos - depois de um semestre em Londres, no coquetel de boas vindas para aqueles alunos que voltaram de londres, Lizzie conhece Darcy e logo de cara tem uma péssima impressão dele.


 Eu realmente adorei esse livro! principalmente o Darcy! E pode se dizer que depois de ler Prom and Prejudice minha vontade de ler Orgulho e Preconceito só aumentou; Tanto P&P quanto Lonely Hearts Club possuem um ritmo de leitura super rápido, você nem percebe que chegou no final do livro antes de virar a ultima página, uma coisa que achei bastante interessante nos dois livros que li da Elizabeth Eulberg foi a importância que a música tem na história e isso foi um dos fatores mais importantes para os dois livros terem me cativado.


 A única coisa que eu definitivamente não gostei no livro foi o fato de eu esperar o livro todo para acontecer uma coisa mas não acontece e isso me deixou muito frustada em relação a história, não posso falar o que eu estava esperando que acontecesse pois seria spoiler, só posso dizer que a falta dessa cena me decepcionou de uma maneira gigantesca, mas ainda sim eu recomendo pois achei o livro realmente muito bom!

4/5

  
goodreads: adicione.
nível de inglês: fácil 
compre: {Bookdepository}